Belo 29 Vezes Campeão Paraibano -
(Foto: Raniery Soares/ Paraíba Press/ FPF)

Belo 29 Vezes Campeão Paraibano - (Foto: Raniery Soares/ Paraíba Press/ FPF)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Derrota no 1º tempo e sacode no vestiário: a primeira vitória de Ademir no Belo


Ademir Fonseca (Foto: Cógenes Lira / GloboEsporte.com)
Foram semanas complicadas na Maravilha do Contorno. Mas, após 51 dias sem vitórias, o Botafogo-PB voltou a vencer pelo Campeonato Brasileiro da Série C. A vitória veio justamente no primeiro jogo de Ademir Fonseca dentro do Estádio Almeidão como técnico alvinegro. Era o segundo jogo do treinador que, para melhorar o desempenho do time em campo, aumentou a carga de treinamentos e melhorou o ambiente interno do elenco. No entanto, o duelo contra o Moto Club, nesse domingo, foi de fortes emoções para o torcedor botafoguense que viu o seu time ir para o vestiário no intervalo perdendo por 2 a 1 para os maranhenses. E foi justo no intervalo que o treinador mudou a história do jogo.

Após o apito final, durante a coletiva, Ademir Fonseca contou como conseguiu motivar os jogadores a não sentir a pressão dentro de campo.

- Eu disse a eles que pior do que estava não tinha como ficar, Só nos restava manter a tranquilidade e jogar futebol - disparou Ademir.

A frase surtiu efeito. Os jogadores entraram pilhados. E viraram a partida em meros dez minutos de jogo. Ele analisa:

- O torcedor já vinha impaciente. Não estávamos jogando mal no primeiro tempo, mas tomamos dois gols, o que piorava a fase ruim e gerava desconfiança. Se tivéssemos paciência, empataríamos e viraríamos, que foi o que aconteceu. Essa vitória nos deu tudo isso, eleva a auto-estima e nos tira daquela situação incômoda – disse o treinador alvinegro.

Depois, ele diz que a mudança foi emocional. O time passou a acreditar que a vitória era possível e foi para cima:

- O mais importante é que o time foi paciente nos momentos em que as coisas ficaram difíceis. Foi uma mudança de postura emocional.

A vitória tirou o Botafogo da proximidade com a zona do rebaixamento. O Belo agora ocupa a sexta colocação, com 17 pontos, quatro a mais do que o Confiança, o primeiro clube no Z-2, e a três do Salgueiro, a primeira equipe dentro do G-4.

Apesar da vitória contra o Moto Club, a equipe de João Pessoa apresentou as mesmas falhas defensivas que tanto tem convivido nesta edição da Série C. Curiosamente, o gol de empate do Rubro-Negro saiu de uma cobrança de escanteio, do atacante Vinícius Paquetá. Por outro lado, foi o fim do jejum de gols para três jogadores do Botafogo. O mais pressionado era o atacante Rafael Oliveira, que marcou de letra logo aos cinco minutos do primeiro tempo. Os outros gols foram marcados pelo meia Roger Gaúcho e também pelo zagueiro André Santos, que marcou pela primeira vez com a camisa alvinegra.

Restando quatro rodadas para o final da fase de grupos, o Botafogo vai jogar duas vezes fora de casa e mais duas dentro do Estádio Almeidão. No próximo domingo, inclusive, o duelo é fora de casa, contra o Remo, no Estádio Mangueirão, em Belém do Pará. O Azulino não vence há três rodadas e não vive uma boa fase. Contudo, está na quinta colocação, com 18 pontos, um a mais que o Botafogo.

- É uma série de decisões que nós iremos viver. Cada resultado negativo trás um prejuízo enorme. Em contrapartida, cada resultado positivo, dar o benefício de buscar os que estão na parte de cima da tabela. O Remo é uma equipe muito perigosa, tem grande torcida e tradição no cenário do futebol brasileiro. Vamos respeitar como respeitamos todos os clubes. Porém, se quisermos alçar um voo maior, precisamos de ousadia no ataque e nos organizar na hora de defender – finalizou.

Após o aumento da carga dos treinamentos na semana passada, o time do Botafogo teve uma segunda-feira de folga. O elenco se reapresenta nesta terça-feira no Centro de Treinamento da Maravilha do Contorno.


Por GloboEsporte.com, João Pessoa

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Ídolo do Belo, Warley admite crise inédita, mas relembra momento pior em 2013


Warley (Foto: Lucas Barros / GloboEsporte.com)
A crise do Botafogo-PB no atual momento do Campeonato Brasileiro da Série C tem causado dores de cabeça até mesmo no mais experiente dos jogadores do clube que ainda pertencem ao elenco alvinegro. Antes do treino da tarde desta quarta-feira, o atacante Warley fez um balanço sobre a fase negativa que vive o Alvinegro na terceira divisão e admitiu que, mesmo com tantos anos de estrada, nunca tinha vivido uma sequência tão grande de derrotas consecutivas.

Vale ressaltar que a equipe não vence desde 24 de junho, quando bateu o Confiança, em Sergipe, pela sétima rodada da competição. São mais de 40 dias de jejum e seis partidas sem marcar um único ponto.

O camisa 9, no entanto, lembrou que quando chegou a Maravilha do Contorno, em 2013, a situação era ruim também. E que tal como naquela época, o time vai se recuperar.

- Eu tenho uma história aqui no Botafogo de quase quatro anos. Eu nunca havia passado em toda a minha carreira por uma situação de seis derrotas seguidas. Mas confesso que já tive momentos mais difíceis aqui mesmo no Belo. Em 2013, por exemplo, eram dez anos sem conquistar um título, sete anos sem calendário no segundo semestre. Naquela época, todo mundo abraçou a causa, e agora é momento de todos nós nos abraçarmos. A gente espera que o torcedor compareça, apoie o time no domingo contra o Moto Club, porque vai ser muito difícil, e não há outra saída a não ser o apoio – declarou Warley.

Pelo Botafogo, Warley já conquistou três campeonatos estaduais, além do principal título da história do clube, o Brasileiro da Série D em 2013. Contudo, após duas temporadas, o atacante deixou o clube e foi para o River-PI, retornando ao Belo no início de 2016.

Sobre a fase atual do time botafoguense, Warley afirmou que empenho do elenco não tem faltado. Para o jogador, o que tem atrapalhado o time é mesmo a sorte. Com ou sem o apoio do acaso, nesta semana, o técnico do Botafogo, Ademir Fonseca, decidiu aumentar a carga de treinamentos para melhor conhecer os seus comandados.

De acordo com Warley, o aumento dos treinos vai ajudar na adaptação do novo treinador mesmo faltando apenas cinco partidas para o final da primeira fase da Série C.

- Aumentar a quantidade de treinos foi um pedido do próprio Ademir. Eu acredito que ele precisa desse trabalho reforçado para melhor conhecer os seus jogadores. E a gente está aqui para se adaptar ao novo comando. Espero que, com esses treinamentos, ele consiga escalar o time ideal para sair dessa situação ruim – disse.

Na atual temporada, pela Série C, Warley entrou em campo apenas em quatro oportunidades. A última vez, inclusive, foi justamente na sexta rodada, contra o Remo, no Estádio Almeidão. Aquela foi a última vitória da equipe jogando dentro de casa. Como titular, o camisa 9 atuou apenas em duas ocasiões.

O titular da posição é Rafael Oliveira, que é artilheiro do Belo em 2017, mas que não marca há cinco partidas. Questionado sobre a seca de gols do camisa 19, Warley reforçou apoio ao companheiro de ataque e contou que todo o elenco tem ajudado para o fim do incômodo momento.

- Rafael Oliveira é o nosso matador. Temos que respeitá-lo porque todo atacante passa por jejuns. Só nos resta apoiá-lo, porque ele vai dar a volta por cima. - finalizou.

Neste domingo, o Botafogo recebe o Moto Club pela 14ª rodada da Série C. Vai ser o duelo entre o sétimo colocado do grupo, que é o Belo, contra o oitavo, que é o Rubro-Negro. Na briga para se distanciar da zona do rebaixamento, o Alvinegro precisa da vitória, o que diminuiria a pressão após seis tropeços consecutivos.


Por GloboEsporte.com, João Pessoa

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Entre a classificação e o rebaixamento: veja quais as chances do Belo na Série C


Ademir Fonseca já comandou seu primeiro coletivo.
(Foto: Cisco Nobre / GloboEsporte.com)
Faltando seis rodadas para o fim da primeira fase da Série C do Campeonato Brasileiro, já é hora de alguns times começarem a fazer contas. Um deles é o Botafogo-PB, que vive momento conturbado, com cinco derrotas seguidas, o que culminou na queda do treinador Itamar Schülle na última terça-feira. E o novo técnico, Ademir Fonseca, já chegou ao clube para comandar a equipe que está no meio da tabela do Grupo A, ainda sonhando em voltar ao G-4, mas também já ameaçado pela proximidade do Z-2.

E o novo comandante mal chegou e já disse que ainda dá tempo do Belo se recuperar no campeonato. Por isso, o GloboEsporte.com fez as contas para saber o que o Alvinegro da Estrela Vermelha precisa fazer para chegar à segunda fase da Série C e também para afugentar o fantasma do rebaixamento.

Desde a sétima rodada, o Botafogo-PB está estacionado com 14 pontos. Atualmente, ocupa a sétima colocação, três pontos abaixo do Remo, que é quarto lugar do Grupo A. Mas o Belo pode voltar ao G-4 já nesta próxima rodada, desde que vença o Salgueiro no sábado e conte com uma combinação de resultados. Entretanto, o time também pode levar a pior e entrar na zona de rebaixamento caso perca o jogo, já que está a apenas dois pontos do Confiança, que é o primeiro do Z-2.

O time paraibano ainda tem 18 pontos para disputar e pode chegar, no máximo, aos 32. E, levando-se em conta a média das últimas temporadas na Série C, o ponto de corte para um time chegar à segunda fase da competição é 27 pontos. Ou seja, o Belo ainda precisa somar pelo menos 13 pontos nas próximas seis rodadas.

Tanto em 2012 quanto 2014, foi o Paysandu que se classificou em quarto lugar no Grupo A, com 24 e 26 pontos, respectivamente. No ano passado, o ASA também ficou em quarto ao somar 26 pontos. Já os anos de 2013 e 2015 foram atípicos. Isso porque, em 2013, o Sampaio Corrêa se classificou com 33 pontos; entretanto, naquele ano, o Grupo A tinha 11 times. Em 2015, foi a vez do Confiança de garantir a última vaga, com 31 pontos, mas a falta de equilíbrio na tabela foi a tônica do campeonato, algo que não acontece neste ano. Para se ter uma ideia, a diferença entre o quarto e o último daquele ano era de 14 pontos. Enquanto nesta temporada é de apenas seis.

Agora, para conseguir se garantir entre os quatro primeiros, o Belo tem que marcar pelo menos 13 pontos até o fim da primeira fase; ou seja, precisa de quatro vitórias e um empate e, por isso, só pode perder um dos seis jogos que ainda vai disputar.

E, se o time precisa ter uma reta final praticamente impecável para conseguir a vaga nas quartas de final da Série C, a situação muda um pouco quando se trata de fugir do rebaixamento. Isso porque o Belo consegue escapar do descenso com 21 pontos. Pelo menos, foi assim nas temporadas 2012, 2014 e 2016, quando Cuiabá (20 pontos), Águia-PA (20 pontos) e Salgueiro (21 pontos), conseguiram se manter na terceira divisão. Nos anos atípicos, o Cuiabá conseguiu permanecer ao marcar 30 pontos em 2013 e o Salgueiro também, ao fazer 19 pontos em 2015.

Sendo assim, duas vitórias e um empate são suficientes para o Alvinegro. Mas se depender do discurso do novo treinador, a classificação é logo ali.


Por Hévilla Wanderley, João Pessoa

Fonte: GE/PB

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Rafael Oliveira lida bem com pressão, mas pede que a torcida troque crítica por apoio


Rafael Oliveira (Foto: Hévilla Wanderley / GloboEsporte.com)
Artilheiro do Botafogo-PB nesta temporada - com 20 gols marcados -, o atacante Rafael Oliveira falou nesta quarta-feira sobre o protesto de alguns torcedores do clube, que chegaram a invadir o treino dessa terça-feira, na Maravilha do Contorno, para cobrar mais comprometimento do time na Série C. Demonstrando tranquilidade em meio ao momento conturbado do Belo, o jogador disse suportar bem a pressão da torcida, mas pediu que as críticas deem lugar ao apoio para que o time tenha um clima mais favorável para tentar retomar o caminho das vitórias.

O Alvinegro da Estrela vermelha perdeu os últimos quatro jogos que disputou na competição nacional e, com isso, saiu do G-4 do Grupo A. Agora na sexta colocação - dois pontos abaixo da zona de classificação e três acima da de rebaixamento -, os jogadores botafoguenses sentiram nessa terça-feira, durante treino na Maravilha do Contorno, o descontentamento da torcida com a sequência negativa e as atuações do time. Mas Rafael Oliveira garante que está sossegado. ele também disse que entende a reação dos torcedores.

- Eu sou acostumado a jogar com time de bastante torcida. Não é a primeira vez que eu estou passando por isso. Isso vai servir de motivação mais ainda. Mas eu quero que ele (o torcedor) possa vir e nos apoiar e não criticar algum jogador. Mas a gente sabe que o torcedor age com emoção. Quando voltarmos a ganhar, ele vai estar aqui nos aplaudindo da mesma forma - comentou o atacante em entrevista coletiva pouco antes do treino desta quarta-feira, que foi realizado com portões fechados no Almeidão.

Após as quatro rodadas sem somar um ponto sequer, o Botafogo-PB se prepara para encarar o líder CSA no próximo domingo, no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Ciente da pressão que deve encontrar na casa do adversário, Rafael Oliveira focou seu discurso na importância de vencer o jogo para aliviar o clima nos bastidores.

O atacante lembra que, apesar de o momento ser ruim, o Belo depende apenas de si para se recuperar, voltar ao G-4 e conseguir a classificação para o mata-mata da Série C. E ele admite que, para isso, é importante que seus gols voltem a sair - até aqui, foram apenas dois gols em nove jogos.

- A gente sabe da cobrança. Espero que a gente possa voltar a ganhar, que eu possa voltar a fazer gols e que a gente consiga sair dessa situação. Só dependemos da gente mesmo. Não dependemos de ninguém. Quando voltarmos a ganhar, as coisas vão melhorar.

O Belo encara o CSA no domingo, pela 12ª rodada da Série C. O time alagoano é dono da melhor defesa da competição - sofreu apenas seis gols - e perdeu apenas uma vez. Mas vale lembra que essa única derrota do Azulão foi justamente para o Botafogo-PB: 2 a 0, no Almeidão, pela terceira rodada da competição.

Rafael Oliveira defendeu o CSA no ano passado e sabe bem como é jogar no Rei Pelé. Ele elogiou a qualidade do gramado, mas alerta para o Belo ter cuidado com o adversário, que vem de três empates nas três últimas rodadas e vai querer vencer a todo custo também para dar uma resposta a sua torcida, que, assim como a botafoguense, tem pressionado o time.

- Para mim, é bom enfrentar o CSA. O campo lá é bom de jogar. Que a gente possa fazer um grande jogo e voltar a ganhar, que é o mais importante. Cada jogo é uma história. Não dá para saber quem vai ser o vencedor. Espero que a gente possa chegar lá, fazer gols e conseguir a vitória - finalizou Rafael Oliveira.


Por GloboEsporte.com, João Pessoa


terça-feira, 25 de julho de 2017

Plínio admite que vive fase inédita no Belo, mas aposta na união para superar crise


Plínio (Foto: Lucas Barros / GloboEsporte.com)
Momento conturbado vivido pelo time do Botafogo-PB tem atingido até os jogadores mais experientes. O Belo sofreu uma queda inesperada nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro da Série C, acumulando quatro derrotas consecutivas – sendo duas no Estádio Almeidão, em João Pessoa – e deixando o G-4 do Grupo A. Aos 33 anos e com um longo currículo na carreira, o zagueiro Plínio confessou que a situação incômoda é inédita para ele.

No entanto, o camisa 3 garante que só existe uma maneira de transformar a crise em passado e projetar um futuro mais otimista para o elenco botafoguense.

- Na minha carreira, eu acredito que nunca tenha passado por essa situação de quatro derrotas seguidas. É difícil, mas reforço, é a hora de se unir, esquecer as derrotas e trabalhar ainda mais.

Durante o primeiro turno da Série C, o Botafogo teve um bom desempenho e se manteve no G-4 em cinco das nove rodadas disputadas na primeira metade da competição. Os quatro tropeços aconteceram justamente na transição do primeiro para o segundo turno. Vale ressaltar que a queda atinge tanto o setor defensivo quanto o ofensivo. Somente nesses quatro jogos, foram sete gols sofridos e apenas dois marcados.

Para Plínio, o desequilíbrio recente faz parte das falhas de todo o elenco, de forma que os erros precisam ser corrigidos por causa da proximidade com o fim da primeira fase da terceira divisão.

- É um conjunto que tem que funcionar. Todo mundo defende e todo mundo ataca. A gente vem pecando principalmente nas bolas paradas, tem faltado atenção. O professor Schülle sempre nos cobra atenção. E agora é hora de atenção redobrada porque não tem mais espaço para erros – avaliou Plínio.

 (Foto: Alisson Frazão/Ascom CSA)
Após a derrota dentro do Estádio Almeidão para o Fortaleza, por 2 a 0, o Belo vai ter pela frente mais uma pedreira. O adversário da vez é o líder do grupo com 20 pontos, o CSA, no Estádio Rei Pelé, em Alagoas. O Azulão só foi derrotado uma única vez nesta Série C. Foi justamente para o Alvinegro, em João Pessoa, por 2 a 0, com dois gols de Dico.

Contudo, o desafio agora vai ser fora de casa, onde o Botafogo também tem encontrado problemas mesmo depois da quebra do tabu de quase dois anos sem vencer longe de João Pessoa. Enquanto isso, após o duelo contra os alagoanos, o Belo joga novamente fora de casa, contra o Salgueiro, no Estádio Cornélio de Barros, em Pernambuco.

São duas rodadas longe de casa que devem ser decisivas para as pretensões alvinegras em 2017.

- Jogar fora de casa é ainda mais difícil. Nossa equipe é consciente e tem que se dedicar mais. É manter essa consciência de que precisamos pontuar nos dois próximos jogos, é nas dificuldades que os grandes jogadores aparecem – finalizou Plínio.


Por GloboEsporte.com, João Pessoa

TIMEMANIA - APOSTE NO BOTAFOGO-PB COMO O TIME DO CORAÇÃO!


TIMEMANIA - Marque o Botafogo-PB como seu time do coração!!!